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As 6 fantasias sexuais mais populares entre as mulheres

Fetiches mais populares entre as mulheres

“Mulheres não têm fantasias sexuais, ponto. Os Homens sim!”. Esta declaração absurda foi publicada em um artigo de revista, no ano de 1973. Naquele período, o pensamento de que mulheres não possuíam fantasias sexuais chocou-se ao lançamento do livro “My Secret Garden”, de Nancy Friday.

Em seu livro, a escritora expõe uma coleção de fantasias reais de mulheres, abrindo as portas para a realidade de que as mulheres fantasiam tanto quanto os homens, sim! É perfeitamente natural e saudável, quer coloque-as em prática ou as mantenha no universo das ideias.

Ao analisar diversos estudos e relatos de terapeutas sexuais sobre as experiências em consultório, foi possível chegar às 6 fantasias sexuais mais populares entre as mulheres. Acompanhe a nossa lista e veja se encontra a sua:

6. Masturbação

De acordo com um estudo realizado em Quebec, no ano de 2014, “ser masturbada pelo meu parceiro” ou “masturbar o meu parceiro” aparece nas fantasias de 72% e 68% das entrevistadas, respectivamente. 

Ainda quando o assunto é a masturbação, o The Journal of Sexual Medicine aponta que um número considerável de mulheres entre as entrevistadas gostariam de “ser masturbadas por um estranho” – o que vai de encontro ao terceiro item de nossa lista.

Para agradar a sua parceira através da masturbação, existem dois caminhos. O primeiro e mais recomendado é simples: pergunte a ela como gosta de ser tocada. Se ela prefere movimentos rápidos ou lentos, se gosta de ser penetrada com os dedos ou preferem ficar na estimulação clitoriana. 

Não há um padrão a ser seguido: cada qual responde a um estímulo diferente. Por isso, conversar é  o melhor caminho. Mas há também um outro caminho: havendo consentimento de sua parceira, você pode experimentar para descobrir do que ela gosta.

Varie movimentos e análise, através das reações físicas – ou verbais – de sua parceira se está agradando ou não. E, se for arriscar um estímulo clitoriano, lembre-se de que esta é uma região sensível que deve ser tratada com carinho.

Vibrador - Masturbação feminina - Fantasias sexuais

5. Participar de um Ménage

Houve, durante muito tempo, um consenso falacioso que nos dizia que a experiência do sexo a três era uma fantasia majoritariamente – quase exclusiva -, masculina. Com o passar dos anos, especialmente após a revolução sexual ocorrida entre os anos de 1950 e 1970, essa noção começa a mudar: 

Quando as mulheres passaram a encarar e a discutir a própria sexualidade, admitiram, que gostariam sim de estar com dois homens ou mulheres ao mesmo tempo; talvez com um homem e uma mulher. E que está é, na verdade, uma das fantasias femininas mais comuns. Pelo menos é o que nos diz 56,5% das entrevistadas do estudo

Nesse cenário, a mulher geralmente gosta de se imaginar sendo o centro das atenções ou sendo uma das duas pessoas que concentram a atenção em uma terceira.

Para descobrir se a sua parceira está no grupo que fantasia com um ménage, o caminho é, mais uma vez, o da conversa. Pergunte a ela o que pensa sobre o assunto; se é algo que ela gostaria de experimentar, qual seria o cenário?

Sobre os acordos feitos para um ménage produzimos um conteúdo exclusivo que você pode acessar clicando aqui. Nele estão contidas também algumas dicas de “etiqueta” para garantir uma experiência positiva a todos os envolvidos no sexo a três.

4. Ser Dominada

Uma média de 60 a 70% das entrevistadas afirmaram fantasiar sobre cenários de dominação. O Journal of Sexual Medicine subdividiu a categoria em cinco atos específicos, onde:

pouco mais de 50% das mulheres fantasiam sobre ser amarradas ou amordaçadas. 36,3% gostam da ideia de apanhar do parceiro e, há uma outra categoria, ainda mais intensa, que flerta com o território da fantasia de estupro, onde 28% das mulheres gostam da ideia (por favor, ênfase em ideia) de serem forçadas a fazer sexo. 

Dominação - sexo - fantasias mais populares entre as mulheres

3. Sexo com um desconhecido

60% das mulheres entrevistadas fantasiam sobre o sexo com estranhos, sem que haja qualquer tipo de compromisso. Há ainda uma categoria nebulosa que transita entre o sexo com um “desconhecido-conhecido”. 

Estamos falando sobre o “sexo com um famoso”, que corresponde ao desejo de pelo menos 51% das entrevistadas do estudo realizado pela Universidade de Montreal.

2. Transar em locais públicos ou locais incomuns

Quem não ama a adrenalina de poder ser flagrado durante o sexo? Há também quem goste de se exibir para uma ou mais pessoas. Essas fantasias, junto a de “Transar em um lugar pouco comum” é a segunda mais mencionada entre as mulheres, quando realizada a média dos estudos analisados.

E, embora seja uma fantasia comum, é sempre bom lembrar que no Brasil, sexo em locais públicos é considerado crime de ato obsceno. Por isso, tenha bom senso e seja criterioso. 

1. O sexo romântico e Apaixonado (ou o sexo em um local romântico)

Depois da dominação e do ménage, ninguém esperava por essa dose de baunilha, certo? Pois é o que diz o estudo realizado em Quebec, com mulheres entre 20 e 40 anos de idade, que aponta que aproximadamente 85% das mulheres entrevistadas fantasiavam sobre “sexo em um local romântico”.

O Instituto Kinsey já havia destacado que as fantasias sexuais das mulheres tendem a ser mais românticas e envolvem mais emoção do que as fantasias que os homens andam tendo.

Os dados percentuais do estudo realizado pela Universidade de Montreal mostram a incidência dessas fantasias no grupo de entrevistadas, onde: sexo com amor corresponde a 92% das fantasias, junto ao sexo “sob uma atmosfera especial (86,4%) e o sexo em um lugar romântico (84,9%).

É claro que, todos os estudos estão sujeitos ao número de entrevistadas, as diferenças etárias, a orientação sexual, cor, a fatores socioeconômicos e aos locais onde são realizados. Por isso, deixo a pergunta: 

Será que são mesmo essas as principais fantasias das mulheres? E elas tendem mesmo a ser mais românticas que as fantasias dos homens? E qual é a sua fantasia? Deixe o seu comentário e compartilhe os seus desejos. Caso tenha dado vida a alguma fantasia, nos conte como foi! 

Como funciona a masturbação vaginal

Masturbação vaginal

Vamos direto ao ponto: a masturbação é a melhor coisa que você pode fazer para aprender sobre o seu corpo. Através dela, entendemos como funciona o nosso ciclo de excitação, a quais toques somos sensíveis e quais são as nossas fantasias.

Muitas mulheres não são ensinadas a se masturbar e sequer sabem que a masturbação é uma prática saudável. Assim, para orientar marinheiras de primeiras viagem e quem ainda possui dúvidas sobre o assunto, elaboramos este nosso conteúdo. Acompanhe e dê início às descobertas sobre o seu corpo:

As partes do corpo envolvidas na masturbação

A vagina e o clitóris

Embora tratemos os orgasmos vaginais como uma categoria e os orgasmos clitorianos como outra separada, elas são, na verdade, a mesma coisa. Isso porque o clitóris não é apenas aquela saliência extrassensível. Ele se estende e envolve o canal vaginal.

A vagina, em si, não possui muitas terminações nervosas, então, quando você sente à excitação com algo a penetrando é, principalmente, porque a parte interna do clitóris está sendo estimulada e pressionada pelas paredes vaginais.

A parte externa do clitóris (a cabeça), possui mais de 8.000 terminações nervosas e é a única parte do corpo humano que existe exclusivamente para o prazer. Toda vez que uma pessoa com vagina se masturba, inevitavelmente, envolve o clitóris.

Mas não apenas

Antes de chegar ao clitóris e a vagina, experimente iniciar a masturbação estimulando outros pontos do seu corpo. Acaricie os seios, desça pela barriga, vá até as coxas e volte. Use pressões variadas ao tocar o corpo e lembre-se de respirar.

“Brinque um pouco” até que fique excitada. O clitóris prefere ser tocado quando já estamos no clima. Esse momento de exploração corporal é benéfico também para a vagina, pois é preciso lubrificação para que qualquer coisa entra ou saia. 

E, se a lubrificação tem sido um problema, você pode investir em um bom lubrificante para auxiliar a masturbação (é importante destacar que o lubrificante “auxiliará”, mas para que entenda o que impede uma lubrificação satisfatória e se isso tem afetado a sua vida sexual, consulte um especialista).

Claro que, lubrificantes não são essenciais. De forma geral, o nosso corpo se lubrifica naturalmente ao ser estimulado nas zonas de prazer. O que o lubrificante faz é intensificar isso. Um bom exemplo de como ele atua no momento da masturbação é pensar em uma cobertura no seu sorvete preferido. Ela não precisa estar ali para ele ser bom, mas o deixa mais gostoso, certo?

Como se masturbar

Não existe uma regra de como se masturbar. Somente a masturbação revelará quais são as suas preferências e quais os pontos estimulados que proporcionam mais prazer e satisfação. O que podemos oferecer são alguns caminhos:

Você pode iniciar a masturbação pela abertura da vagina e, em seguida, arrastar os dedos lentamente em direção ao clitóris. No caminho de volta para baixo, passe por um dos lábios e volte à abertura. Faça movimentos circulares e sobe e desce.

Ainda que esteja focada em um orgasmo penetrante, envolva a cabeça do clitóris na brincadeira: estimule-a da maneira que for mais gostosa para você até que o seu corpo atinja um pico de excitação.

Em seguida, vá para a penetração com um ou dois dedos ou uma penetração junto à estimulação externa. Alterne a “velocidade”, de movimentos, dos mais rápidos aos mais lentos, com maior ou menor intensidade na hora de estimular os órgãos.

Um dos movimentos preferidos para a penetração interna é o “vem aqui”, feito quando dois dedos são inseridos dentro da vagina e dobrados na segunda junta. Provavelmente é o que mais estimula o Ponto G (área sensível atrás do osso púbico), que pode levar a orgasmos mais intensos.

Tente colocar um pouco de pressão na abertura vaginal e, se for agradável, insira um dedo e explore-a. Quando estiver entendendo melhor a forma como o corpo reage, talvez seja o momento de incluir um dildo ou um vibrador para tornar a masturbação mais interessante.

Começar com os dedos é ideal para obter uma conexão mais direta e entender o que o seu corpo prefere, mas existem diversos brinquedos no mercado que fazem coisas que as mãos não são capazes de fazer.

Se estiver procurando por um brinquedo para a masturbação com penetração, comece com algo que tenha flexibilidade e movimento, não vá direto para os de aço inoxidável. E não entenda errado: eles são ótimos, mas talvez não sejam as melhores escolhas para iniciantes.

Os benefícios da masturbação

A masturbação é uma prática de autocuidado e autoexploração que oferece inúmeros efeitos colaterais positivos que vão além do bem-estar imediato.

Desde o começo falamos sobre melhorar a nossa consciência sexual, fazendo com que saibamos quais são os nossos desejos, vontades e as nossas necessidades sexuais. Isso tem um impacto no conforto e na qualidade das relações sexuais que passamos a ter.

Primeiro porque entrar em contato com as nossas necessidades eróticas é o caminho para a autoaceitação, o que impacta diretamente a nossa autoestima.

A sensação de liberdade e relaxamento faz com que a mente se livre de preocupações por um tempo e, dedicar-se a esse momento, nos mantém no “presente”, onde os medos do passado e as preocupações do futuro podem ficar de lado por um tempo.

O sexo passa a ser mais assertivo, conseguimos comunicar aos nossos parceiros ou parceiras o que gostamos. Para quem tende a priorizar as necessidades de outras pessoas na cama, essa autodescoberta pode modificar a dinâmica no quarto tornando a experiência sexual mais prazerosa.

A masturbação permite que nos libertemos de nossos tabus, pois sim, ainda existem muitos que permeiam a sexualidade e a expressão sexual. Algumas pessoas podem experimentar sensações de desconforto ou culpa ao masturbar-se.

Ler a respeito, pesquisar, praticar e conversar sobre o assunto pode ajudar a se libertar de crenças limitantes e permitir que descubra o prazer próprio, sem todas as restrições impostas pela sociedade. Por isso, tire um momento para se tocar e experienciar todas as maravilhas que vem junto da descoberta do próprio corpo.

Meu parceiro não quer mais transar. E agora?

Há quem defenda que, passada a fase lua de mel de um relacionamento, o sexo diminui. Não significa que seja a realidade para todos os casais e, quando o é para alguns, podemos entender os motivos e aceitar bem.

Mas não aceitamos tão bem ou sabemos lidar quando o sexo não apenas diminui, mas, para por completo. Quando esse tipo de situação acontece, torna-se um problema, uma vez que nem sempre sabemos as razões que levam o nosso parceiro a perder o interesse pelo sexo.

O que isso significará para o relacionamento? É uma situação temporária? É a nova configuração da vida sexual do casal? Se você está vivendo uma situação parecida e deseja saber o que fazer quando o seu parceiro não quer saber de sexo, estamos aqui para te dar algumas dicas sobre como encarar a situação.

Acompanhe:

A falta de sexo em um relacionamento é normal?

Não criemos um pânico imediato, a falta de sexo em um relacionamento pode ser sim algo natural. O que acontece é que os nossos níveis de desejo sexual são flutuantes e oscilam ao longo de nossas vidas. Os “fluxos” e os “refluxos” são normais.

Em certos momentos, o nível pode baixar sim, e, não significa que esse declínio do desejo sexual seja a indicação de um problema maior.

Mas e se não for por falta de desejo sexual?

Mesmo que a falta de sexo não seja uma consequência da oscilação dos níveis de desejo sexual do seu parceiro, há uma infinidade de outras razões para que ele não queira transar.

Questões que demandam muito da atenção de uma pessoa, sobretudo no ambiente de trabalho, podem influenciar. Mas esse é apenas um exemplo de causa isolada. Na maioria das vezes, a falta de interesse pelo sexo vem de uma combinação de fatores:

É uma mistura do estresse no trabalho com outros fatores estressantes da vida. Pode ser a exaustão física, emocional, a fadiga mental ou física. Podem ser problemas de saúde, problemas não resolvidos no relacionamento, infidelidade (emocional ou física), e sabe-se lá o que mais.

Entender de onde vem é importante, mas essa compreensão não pode ser obtida alimentando possibilidades vistas no relacionamento de outros casais e acreditando somente nas próprias ideias. Para que se encontre a solução, é imprescindível trazer o seu parceiro para a conversa. 

Fale com o seu parceiro sobre a forma como se sente

Uma das bases de um bom relacionamento é a capacidade de se comunicar com o outro, especialmente quando a comunicação gira em torno da discussão de assuntos delicados ou difíceis para uma das partes.

Por ser um assunto que envolve a vida sexual do casal, ele precisa escutar o que você sente diante da falta de sexo. Ele também deve falar o que ele tem sentido sobre o assunto. Para iniciar a conversa, escolha uma abordagem livre de acusações ou exigências.

Não vá supondo quais são as razões para não estarem transando, foque em dizer o que você sente diante de um fato concreto: vocês não estão transando. Nessa conversa, não há espaço para “certo” ou “errado”. 

Nem para assumir que há qualquer problema com uma pessoa, pois é um fato de que pessoas saudáveis podem querer transar todos os dias, da mesma forma que pessoas saudáveis podem nunca querer saber de sexo. 

A conversa não pode girar em torno de apontar dedos e elencar um culpado. O que vocês precisam é conversar para encontrar soluções para o problema.

Não faça disso uma conversa sobre você

Respire fundo, dê um passo para trás e aborde a situação de maneira objetiva.

Quando falta sexo em uma relação, sentimentos desconfortáveis e negativos podem surgir em quem não tem sido “procurado” ou que tem tido as investidas recusadas. Nós temos uma tendência a sentirmo-nos rejeitados e tristes, mas, ainda que as nossas emoções estão envolvidas, temos de olhar para a situação como um todo.

É mais útil e produtivo avaliar o cenário com certo distanciamento e entender que, não havendo qualquer outro problema na dinâmica do casal, existindo ainda atenção, carinho e zelo, é pouco provável que você seja a causa do problema.

Mudanças no estilo de vida do casal para melhorias na vida sexual

Após conversar com o seu parceiro sobre os seus sentimentos e escutá-lo com compaixão, você terá uma ideia melhor do que está acontecendo. E, sendo um problema situacional, é possível introduzir novos hábitos que modifiquem a dinâmica no quarto.

Se a causa da falta de sexo estiver no estresse com o trabalho, faça combinados. Durante a noite, desliguem os celulares ou deixe-os em outro cômodo da casa. Não permita que o trabalho invada a intimidade de vocês.

Tentem ir para cama, em alguns dias da semana, um pouco mais cedo. Passem algum tempo explorando a intimidade física e emocional. Fiquem juntos, troquem carícias, conversem sobre o dia, compartilhem o que descobriram ou aprenderam. Tenham conversas sobre coisas leves que ajudem na redução e controle do estresse.

E, tenha paciência. Não basta sentar e esperar que os problemas sejam resolvidos após a primeira conversa ou tentativa. É preciso um trabalho conjunto para que as coisas dêem certo. Adicionem novos hábitos e apliquem mudanças sem ver o sexo como uma recompensa. 

Experimentem conversar com um profissional

Uma boa conversa é ótimo, incluir novos hábitos para promover mudanças no estilo de vida também. Mas em alguns casos, não será suficiente. Quando existem questões mais profundas a serem trabalhadas, os especialistas devem ser consultados.

Esse apoio profissional pode ser uma terapia de casais, uma terapia sexual ou terapia individual. O mais importante é manter-se aberto ao que o seu parceiro tem a dizer durante todo o processo.

Escute-o com atenção, dê importância ao que ele expressa e evite julgamentos. Quando ele terminar de falar, repita o que foi dito para certificar-se que entendeu quais são as questões com as quais estão lidando.

E se nada mudar?

Todas as táticas mencionadas podem ou não ser úteis para solucionar os problemas sexuais de um casal. Mas não é uma regra e em alguns casos, mesmo a adoção de novos hábitos e a consulta com especialistas, mantém a situação como está.

Algumas pessoas podem optar por deixar o relacionamento e outras, investem esse tempo para explorar outros tipos de afeto e conexão. 

Estar em um relacionamento sem sexo não significa estar em um relacionamento sem amor, por isso, procurar outras maneiras de se conectar física, emocional e intimamente podem criar as bases para uma conexão sexual futura.

O segredo, no fim das contas, é manter as linhas de comunicação abertas, fazendo sempre o que for melhor para o bem dos dois, enquanto casal e individualmente.